Um novo mundo

11/11/2018 17h34

Quando aqui cheguei me deparei com um mundo iluminado, brilhante e cheio de vida, bem diferente daquele que haviam me dito.

Não fiquei em eterna contemplação, tive que me adaptar a uma nova existência que aos poucos foi se abrindo a minha vista. Percebi que tudo quanto havia vivido e sentido ainda estava bem forte em mim.

Não houve alterações nos meus sentimentos como se encantado fosse. Somente com o decorrer dos dias fui me percebendo e aos poucos também consegui visualizar minha vida terrena e o quanto eu deixei de fazer, no meu caso por desconhecimento, pois fui educado dentro de uma religião que me ensinou sobre o céu, o inferno e o purgatório. Engraçado, eu me via nesse purgatório tentando entender o que havia feito até aguardando julgamento.

Aqui me encontro e posso afirmar que o único a me ajudar sou eu mesmo. A minha consciência é quem me cobra certas atitudes que eu deveria ter tomado, mas aqui também tem aprendido que não devemos nos condenar pois Deus não nos condena.

Devemos sim a cada dia procurar em nós a forma de nos melhorarmos isso acontece nos dois lados da vida. Vivemos o tempo todo procurando os meios para nos desenvolvermos em nos bem para que aos poucos nos tornemos os seres que Deus Nosso Pai espera de nós. Mas, devemos procurar ser misericordiosos conosco e no tempo certo as modificações ocorreram, só não devemos nos esquivar de procurar em nós os meios para que isso ocorra.

Graças a Deus devemos dar todos os dias pela nossa existência, pois somos seres privilegiados que buscamos conscientemente a nossa reforma.

Que Deus me ampare.

Mensagem psicografada na União Espírita Allan Kardec, em 05/11/2018 – Dourados- MS