Real caridade

06/06/2017 20h46

Venho falar sobre os fatos que atingem a pátria do nosso Evangelho e solicitar a cada um de vós que emanem vossas vibrações, seus pensamentos, seus sentimentos mais amorosos a cada um daqueles que cometeram crimes, que usurparam direitos, mas que não julguemos, que deixemos isso às autoridades competentes, que deixemos isso àqueles que trilham seu caminho para que isso aconteça ou não.

Não nos cabe apontar o dedo, nós somos a Pátria do Evangelho e já há mudanças acontecendo onde haveremos de renovar os nossos conceitos sobre o amor, os nossos conceitos sobre piedade, os nossos conceitos sobre caridade. Se essa evolução acontece nós haveremos de evoluir e nós temos acesso, o contato com a espiritualidade e a sensibilidade de saber que algo errado está acontecendo, mas não necessitamos apontar os nossos dedos e gastar as nossas energias para com essa destruição.

Se o Cristo disse essa é a real Pátria do Evangelho, não é do Evangelho pregado por qualquer religião, mas do Evangelho do Cristo, onde Ele disse: Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei, amai os seus inimigos, perdoai setenta vezes sete. Como não praticar tais ensinamentos em momento mais oportuno e comprovar a cada um de vós que somos verdadeiros cristãos?

Assim, convido cada um de vós a não gastar vossas energias com apontamentos, desapontamentos e frustrações. É humano se frustrar, é humano acreditar, é humano confiar, mas também é humano aprender a lidar com as suas frustrações, então que cada um de vós possa retirar o máximo de aprendizado e trazer para a sua consciência com esses fatos, sim desastrosos, que assolam a Pátria do Evangelho.

Como cada um de vós sabeis nada é por acaso, a cada um cabe o quinhão que plantou, a cada um caberá a colheita daquilo que foi plantado, o que não foge a cada um de vós.

Por isso, atentei-vos a vossa família, atentei-vos aquele que pede ajuda, olhai ao seu redor, deixem de olhar a distância, olhem para o próximo, conseguem compreender?

É para o próximo, que necessita tanto do nosso amparo. Quantos irmãos hoje estão sem lar, estão na chuva, estão embaixo de árvores, e muitos de vós discutindo o que cabe ou não cabe, a política, em vossos lares fechados, sem cair uma gota de água, com comida, com coberta, e irmãos transitando pelas ruas sem terem onde ir, sem terem aonde se trocar.

Peço a cada um de vós que deixem emanar de vossos corações essa atenção e se aprofundem cada vez mais no sentido da real caridade, porque se viemos de mundos inferiores ou de consciências inferiores elas aqui habitam também e merecem o nosso perdão. É a mensagem que eu gostaria de deixar e o meu apelo para que possamos fazer cada vez mais brilhar a luz que emana desse lugar. Que assim seja!

Autoria: Anônimo

Mensagem psicografada na União Espírita Allan Kardec em 20 de maio de 2017